O CAC subiu? Provavelmente o problema não é o tráfego
Na maior parte das operações que auditamos, o gargalo está entre o lead chegar e alguém responder — não na campanha.
Onde o dinheiro some de verdade
Quando o custo de aquisição sobe, a primeira reação é mexer na campanha. Só que o caminho entre o clique e o contrato tem seis ou sete pontos de perda, e a campanha é apenas o primeiro.
Tempo de resposta, qualidade do primeiro contato, oferta da página, número de tentativas de follow-up e registro no CRM costumam explicar mais variação de resultado do que qualquer ajuste de segmentação.
A conta que quase ninguém faz
Pegue cem leads do último mês e siga cada um até o fim. Quantos foram respondidos em menos de dez minutos? Quantos receberam mais de três tentativas de contato? Quantos estão no CRM com status atualizado?
Em quase toda auditoria que fazemos, mais de um terço dos leads pagos nunca recebe uma segunda tentativa. Isso é verba comprada e jogada fora depois do clique.
Métrica que engana
Custo por lead baixo com custo por venda alto significa que você está comprando gente errada barato. É o pior cenário, porque o painel parece saudável enquanto o caixa não melhora.
A única métrica que sustenta decisão é custo por venda — e, no caso de recorrência, custo por cliente pago no tempo de vida dele.
Por onde começar amanhã
Coloque alerta de lead sem resposta em dez minutos, defina uma cadência mínima de cinco toques e ligue a origem da campanha ao registro de venda. Só isso costuma derrubar o custo por venda antes de qualquer otimização de mídia.
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